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Por Roberto Preatoni (SyS64738)
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13 de junho de 2006 |
A web 2.0, a nova geração de serviços de internet que representam
uma meta deslumbrante para surfar na rede, mas é um poderoso instrumento nas
mãos de Inteligência americana para localizar e arquivar dados privados.
Isso é a colocação que saiu em um artigo publicado em The
New Scientist onde o papel de bancos de
dados digitais e a implicação de esparramar dados pessoais on-line é extremamente
detalhado.
Mas o que tem de novo?
Não há nada novo nas tentativas para perfilar os perfis dos cidadãos
e suas tendências, especialmente para agências governativas americanas: Nós
adquirimos uma pista sobre isso desde o escândalo em companhias de
telecomunicação que provêem dados de seus usuários para a NSA, ou desde que nós lemos
o “plano secreto” do Governo do E.U.A. para enfrentar terrorismo
monitorando os telefonemas de pessoas comuns.
O aspecto novo é que o NSA está agora interessado em alguns
dos serviços que caracterizam a web 2.0: Redes sociais como myspace.com são uma
fonte sem fim de dados onde corretamente pesquisados, podem ser juntadas
profissão, orientação sexual e política, e dados mais pessoais facilmente.
São combinados estes dados então com informações obtidas em compras, registros de telefones móveis para localizar os movimentos da pessoa,
transações financeiras, competências, habilidades especiais por exemplo ser ou
não piloto de uma aeronave (tenham medo eu tenho uma licença de vôo e eu
adquiri isto no E.U.A.!)...
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